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A defasagem do mercado mobile brasileiro

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Na palestra de abertura do ProXXIma, Bob Schukai, VP de tecnologias Wireless e Broadband da Turner, examinou as quatro principais ferramentas de mobile marketing (aplicativos, mensagens, banners e conexão por bluetooth) sobre três aspectos: alcance, complexidade da solução e possibilidade de rastreamento: “Não há outro meio que possa oferecer tantas informações úteis sobre o usuário para os anunciantes”, exaltou.

Sobre o fato de 80% dos aparelhos em uso no Brasil serem pré-pagos, o que indica custos altos para os usuários acessarem conteúdos via celular, Schukai disse que é preciso dar um novo encaminhamento ao mercado: “É necessário que haja um rompimento, que pessoas experimentem algo diferente e ofereçam downloads gratuitos em modelos patrocinados”, sugeriu. “Essas pessoas têm que ser ensinadas a fazer mais com seus aparelhos do que apenas ligações telefônicas. Temos que dar a elas um primeiro gosto de assistir a um clipe de música, por exemplo.”

Unilever gasta de 8% a 10% do orçamento de mídia em digital

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O Brasil é o segundo país no ranking de gastos com mídia digital da Unilever. A informação é do VP de planejamento de comunicação global da Unilever, Babs Rangaiah, que participou do evento de mídias digitais Proxxima. “O Brasil está à frente de outros países mais desenvolvidos, como Alemanha, China e Reino Unido”, afirmou. EUA encabeçam a lista.

Rangaiah destaca também que o Brasil é o segundo mais engajado em redes sociais e aposta no celular como dispositivo mais importante para convergência, com o qual o mercado terá de lidar pelos próximos três anos. “Precisamos reformatar nosso pensamento. Não é com banners no celular, ou interrompendo uma conversa do consumidor que vamos conseguir isso”, diz.

Mobile é a mídia que mais cresce

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Maria Mandel, diretora executiva de inovação digital da Ogilvy One, afirmou em painel do Proxxima, que a maior preocupação dos anunciantes frente às novas tecnologias de mídia é o DVR. “A televisão ainda é o meio que mais recebe investimentos publicitários, mas com o DVR os comerciais podem ser pulados”, observou a publicitária, destacando que, por outro lado, a audiência nas novas mídias apresenta crescimento. “Mobile é a mídia que mais cresce. Aí está uma oportunidade”.

Para a executiva, ainda existe um gap entre o consumo das novas mídias e investimento nestes meios que ainda deve levar aproximadamente dez anos para diminuir. “Acho que o tipo de vídeo online bem sucedido para as marcas será aquele que trouxer entretenimento ou utilidade, o branded content”, avalia.